sábado, 8 de agosto de 2009

Rainho, nova estrela do Santos FC

O Santos FC ascendeu ontem à 11ª posição do Campeonato Nacional de Futebol da I Divisão, Girabola-2009, ao vencer no Estádio dos Coqueiros o Recreativo do Libolo, por 3-1. Rainho, a nova aposta do ataque santista, voltou a estar em grande, ao marcar dois dos golos que ditaram a vitória do Santos. O atleta já mostrou que a camisola 9 está bem entregue, depois do bis assinado na estreia, nos oitavos-de-final da Taça de Angola, diante do ASA.
O primeiro golo da partida foi marcado aos dois minutos, numa jogada protagonizada por Chinho, que fez um cruzamento rasteiro. Rainho, à ponta-de-lança, rematou sem hipóteses para Ângelo. Machado, do Recreativo do Libolo, foi expulso aos 30 minutos, por fazer falta sobre Chinho, que corria isolado à entrada da área. A partir daí, o Santos passou, estranhamente, a jogar muito recuado, facto que originou quebra de produtividade. No reatamento da partida, Rainho voltou a marcar, novamente assistido por Chinho. No minuto seguinte, numa altura em que os santistas ainda festejavam o golo, Miro reduziu a desvantagem para o Recreativo do Libolo. A pressão exercida pela formação da vila de Calulo redundou infrutífera, enquanto Mário Calado foi feliz nas substituições. Didi, que rendeu Rainho, fez o 3-1 numa jogada de apurado recorte técnico. Com esta vitória, o Santos FC passa a somar 22 pontos na tabela classificativa, os mesmos que o Kabuscorp do Palanca, que tem vantagem nos golos marcados. O Recreativo do Libolo continua na terceira posição, com 32 pontos.

in http://jornaldeangola.sapo.ao/16/29/santos_deixa_lugares_de_despromocao

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O mundo extraordinario da letra P

APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ASSIM!...

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor Português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar Panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se, principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profunda privação passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... - Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. - Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém Papai Procópio partira para Província.Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: - Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.Porque pintas porcarias? - Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitistes, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão. Perfeito: Pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaus, piabas, piaparas, pirarucus. Partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando...Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, poispretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar.Pensei. Portanto, pronto: Pararei!·
Bolas! E ainda há quem se ache o máximo quando consegue dizer: 'O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma.'!!!
from: my e-mail
NS

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Às 12hr 34 minutos e 56 segundos, a 7 de Agosto deste ano 2009 a hora e a data vai ser precisamente: 12:34:56 7/ 8/ 9 .
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Isto nunca mais vai acontecer nos próximos mil anos!!!
NS

sábado, 1 de agosto de 2009

“Capitalist Nigger”

“Capitalist Nigger” é um controverso livro, publicado originalmente em Setembro de 2000, que se destaca como uma explosiva e chocante acusação contra a raça negra. De seu nome completo “Capitalist Nigger: The Road to Success” [Preto Capitalista: A Via do Sucesso] declara que a raça negra é uma raça consumista e não uma raça produtiva.
O seu autor, o jornalista nigeriano Chika Onyeani, afirma: “Somos uma raça conquistada e é absolutamente estúpido pensarmos que somos independentes. A raça negra depende de outras comunidades para a sua cultura, a sua língua, a sua comida e o seu vestuário. Apesar dos enormes recursos naturais, os negros são escravos económicos porque lhes falta o instinto aguçado e a perspicácia corajosa da raça branca e a organizada mentalidade económica dos asiáticos”.
Chika Onyeani, que é o editor do African Sun Times, o único semanário africano publicado nos EUA, usa sem receio a palavra “nigger” no título do seu livro – algo que, na América, quebra um tabu. Ele diz: “O que é mais importante não é o que me chamam mas sim a forma como respondo”. Para Chika Onyeani, “nós, negros, somos escravos económicos. Somos propriedade total de pessoas de origem europeia. Estou farto de ouvir negros a responsabilizar outras raças pela sua falta de progresso neste mundo; estou cansado das lamúrias e da mentalidade de vítima, das constantes alegações de racismo a torto e a direito. Isso não nos leva a parte alguma”.
“Capitalist Nigger” reserva as suas críticas mais duras aos lídere safricanos que, de acordo com Chika Onyeani, permitem que europeus e outros pilhem as riquezas de África sem qualquer retorno. “África tem ganho mais fome, mais doenças e mais ditaduras. Temos hoje, em muitos casos, menos do que tínhamos por altura das independências africanas.
Chika Onyeani, diz que “Capitalist Nigger” é um apelo angustiante para que a raça negra desperte, para que se levante e para que se mova. “Temos de abandonar a mentalidade de vítimas que adoptámos há tanto tempo: a noção de que alguém nos deve algo. Temos de acabar com as lamúrias e deixar de pedir esmolas ao resto do mundo”.
Para Chika Onyeani, “temos que reconhecer e aprender com os brancos e com os asiáticos o que é necessário fazer para se conseguir sucesso”.
NS

quinta-feira, 30 de julho de 2009

POBRES DOS NOSSOS RICOS

A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos. Mas ricos sem riqueza. Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados. Rico é quem possui meios de produção. Rico é quem gera dinheiro e dá emprego. Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro. ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.A verdade é esta: são demasiados pobres os nossos "ricos". Aquilo que têm, não detêm. Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros. É produto de roubo e de negociatas. Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram. Vivem na obsessão de poderem ser roubados. Necessitavam de forças policiais à altura. Mas forças policiais à altura acabariam por lança-los a eles próprios na cadeia. Necessitavam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade. Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem (...)

MIA COUTO

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Brüno supera Borat em estreia nos EUA

O britânico Sacha Baron Cohen superou com "Brüno", no seu mais recente filme, os números de bilheteria do seu primeiro filme, "Borat". Os US$ 30,4 milhões obtidos por "Brüno" no seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos superam os US$ 26,5 milhões conseguidos por "Borat" em novembro de 2006, embora tudo indique que a nova produção terá um público espectador menor que as do intrépido repórter cazaque.
Em "Brüno", Cohen interpreta um jornalista austríaco homossexual que trabalha no mundo da moda e que quer ser famoso a todo custo. Assim como fizera em Borat, Sacha Baron Cohen surpreende as pessoas e as coloca em situações desconfortáveis.
NS

quarta-feira, 15 de julho de 2009

A Lógica da Avaliação de Desempenho‏

O dono de um talho foi surpreendido pela entrada de um cão dentro da loja. Enxotou-o mas o cão voltou logo de seguida. Novamente ele tentou espantá-lo mas reparou que o cão trazia um bilhete naboca. Ele pegou o bilhete e leu:- Pode mandar-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?
O cão trazia também dinheiro na boca, uma nota de 50 euros. Ele pegou no dinheiro, pôs as salsichas e a perna de carneiro num saco ecolocou-o na boca do cão. Este começou a descer a rua e quando chegou ao cruzamento depositou o sacono chão, pulou e carregou no botão para o sinal ficar verde.
O talhante ficou realmente impressionado. Como já estava na hora, decidiu fechar a loja e seguir o cão. Atravessou a rua e caminhou até uma paragem de autocarro, sempre com o talhante a segui-lo. Esperou pacientemente com o saco na boca que o sinal fechasse e pudesse atravessar. Na paragem, o cão olhou para o painel dos horários e sentou-se no banco, esperando o autocarro. Quando um autocarro chegou, o cão foi até à frente para conferir o número e voltou para o seu lugar. Outro autocarro chegou e ele tornou a olhar, viu que aquele era o número certo e entrou. O talhante, boquiaberto, seguiu o cão. Mais adiante o cão levantou-se, ficou em pé nas duas patas traseiras e carregou no botão para mandar parar o autocarro, tudo isso com as compras ainda na boca. O talhante e o cão foram caminhando pela rua quando o cão parou à porta de uma casa e pôs as compras no passeio. Então virou-se um pouco, correu e atirou-se contra a porta. Tornou a fazer o mesmo mas ninguém respondeu. Então contornou a casa, pulou um muro baixo, foi até à janela e começou abater com a cabeça no vidro várias vezes. Caminhou de volta para a porta e, de repente, um tipo enorme abriu a porta ecomeçou a espancar o bicho.
O talhante correu até ao homem e impediu-o dizendo:
'Deus do céu homem, o que é que você está a fazer? O seu cão é um génio!' O homem respondeu:
'Um génio??? Esta já é a segunda vez, esta semana, que este cão estúpido se esquece da chave!'.
*MORAL DA HISTÓRIA!:
Podes continuar a exceder as expectativas, mas... o teu valor, depende sempre da competência de quem te avalia!*
NS